Não vai ter mar que me salve da alegria deste salto, em fogo e luz. Olhe pra mim... Essa é a peça de teatro mais bonita que eu já fiz...

sábado, 28 de maio de 2011

Canto derradeiro

Estou de saída. Saída para outros afagos. Vou andar, andar, andar até encontrar um sorriso cheio de dentes brancos e sadios. Ou quem sabe encontrar um canto muito suave como de pássaros no céu. Um coração sadio, que bate, que bate, que bate... Um coração de pássaro. Pássaro que pousa na janela, que voa, que voa, que voa. Que desvia do primeiro alçapão armado para engaiolá-lo. Só com este vôo que se enxerga a beleza das coisas, das cores, da vida. Belezas são coisas acesas por dentro, contrastes das cores da vida dos lugares.

Ah! Estou de saída! - cantou aquela bela pessoa.

4 Centavos:

  1. Boas viagens, eder...
    Não deixes a vela apagar, nem o mastro cair, nem a corda prender.

    me conte mais boas notícias, sempre que puder.
    Foi um enorme prazer conhecê-lo/lê-lo.

    ResponderExcluir
  2. Esta viagem é eterna Raíssa! Na verdade esse texto é uma dedicatória aos ares de liberdade que nós devemos sempre desejar. Eu continuo no meu cantinho, mas procurando sempre voar, andar, abraçar as coisas boas. Passei um tempo sem inspiração para escrever e vou voltando aos poucos. E tu, como andas ou voa?

    beijo grande!

    ResponderExcluir
  3. É. Liberdade e vôos altos ou rasos são coisas que devemos SEMPRE desejar. Digo mais, nunca devemos deixar de ter...

    ResponderExcluir
  4. "Estou de saída. Saída para outros afagos. Vou andar, andar, andar até encontrar um sorriso cheio de dentes brancos e sadios."

    ResponderExcluir

l’heure

Marcadores